Olá pessoas do Mato!
Inauguramos o espaço, abrimos o observatório, mais do que nossos olhos, nossos ouvidos… E estreamos bem!
Ainda que pudéssemos ter um número maior de “observadores” os objetivos propostos foram largamente alcançados, já que a participação nos diálogos francos e concisos fizeram eco às falas de Maria Thereza em sua abordagem sobre o hibridismo antecedidos por um amplo e denso passeio pela história e os antecedentes da arte moderna em sua contraposição à modernidade e à proposta “vencedora” do cartesianismo no alojamento de idéias de maneira compartimentada, assim criando rupturas, fragmentos e fraturas que permitirão a abertura da arte, de seus materiais e espaços tanto físicos quanto ideológicos.
Nesse sentido vale ressaltar a forma como a música contemporânea (de concerto e popular) tem se valido da ruptura, do fragmento e de materiais inusitados para recriar-se e ampliar suas estruturas estéticas e suas poéticas. Já não é muito possível delimitar gêneros e territórios, mas se isso é bom ou mal… quem sabe se, nos próximos encontros, não poderemos avaliar algumas das conseqüências dos processos, caminhos e descaminhos envolvidos e desenvolvidos pela música na contemporaneidade.
Por isso e pra isso aguardamos mais vozes e observações!
Até lá.
