O Músico: aspectos externos à carreira musical
Com as reflexões e discussões iniciais começamos a mapear processos outros que não dependem exclusivamente do cenário musical local, mas encontramos suas raízes em tempos e territórios diversos. Entretanto é preciso refletir mais e melhor sobre o fazer e o saber implícitos e explícitos em nossa arte, portanto lançamos os sub-temas…
07 de abril
“Profissionalismo e protagonismo musical”
A cena musical em qualquer cultura e contexto, mas acentuando-se a partir do advento da indústria cultural com a aceleração e maior penetração dos processos de globalização, requer do músico na atualidade ações e articulações para além da criação artística (estética) ou mesmo engajamento numa discussão coletiva musical (poética / política). Requer o conhecimento e re-conhecimento de áreas não bem exploradas e, mais do que isso, assumir as rédeas da música que sabe e faz.
14 de abril
“Produção musical”
Alguns detalhes que escapam no momento da execução podem e devem ser discutidos criticamente como parte integrante e integradora do protagonismo musical. Sem a consciência e alto grau de maturidade em relação aquilo que se espera da música como fruto de inspiração, mas também como resultado de muita transpiração, o resultado pode ser frustrante e não corresponder exatamente à idéia ou imagem sonora do(s) envolvido(s).
21 de abril – Feriado nacional
28 de abril
“Músico: produtor e produto”
Se as cenas e cenários locais, afetados de maneira tão forte e determinante por processos de globalização, de que maneira se comporta o músico? Posta esta questão e dando continuidade aos sub-temas, pensamos ser importante refletir sobre o papel do músico e sua posição no cenário, na medida em que as influências transformam seu fazer. No entanto, é possível também que este ator social acione e opere, mediado por sua arte, transformações na realidade? De que forma?